Estrelas do Futuro e Além – Vídeo #2 — Beia Carvalho — Palestras

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26 de maio de 2017

Estrelas do Futuro – #2

Se você ainda não viu o primeiro vídeo, assista, clicando aqui.

 

Futuro Chegou: CAIA NA REAL!

Neste 2º vídeo: O Futuro Chegou: Caia na Real discuto questões pra lá de relevantes, porque enquanto lamentamos e reclamamos da vida, nem a vida, nem o trabalho andam pra frente. Sim, todos nós estamos no mimimi. E certamente não foi choramingando, que a NASA colocou um homem na Lua.

Já caiu na real que tudo no mundo agora é temporário? Pois é, o mundo precisa de mais atitudes e menos desculpas.

Mary Jackson interpretada por Janelle Monae, a primeira engenheira aeronáutica afro-americana. Ela é a Estrela deste 2º vídeo.

Só relembrando esta é uma série de 3 vídeos sobre este filme que lida com assuntos muito importantes para o mercado dos anos 60 e de hoje. A semelhança entre as 2 épocas é incrível. A humanidade de hoje, como aquela de 50 anos atrás, pressente que está perto de algo muito extraordinário, mas não está preparada para mudanças tão velozes.

Vamos aos diálogos:

O gênio da IBM: Eu não vou ficar aqui ouvindo você reclamar o dia inteiro do jeito que as coisas são. Entre com um recurso na Justiça. Lute pelo o que você quer. Mas pare de falar sobre isso!

A engenheira: Eu tenho me lamentado?

O gênio da IBM: É só o que você faz!

Pois é, alguém tem que falar pra gente cair na real. Vamos ouví-la no tribunal lutando pelos seus direitos.

A engenheira: Posso me aproximar senhor juiz? Sua excelência, o senhor dentre todas as pessoas deve entender a importância de ser o primeiro.

O Juiz: Como assim, senhora Jackson? Qual é o seu ponto?

A engenheira: O ponto, sua excelência é que nenhuma mulher negra jamais frequentou uma escola de brancos no estado da Virgínia. E antes de Alan Shepard nenhum outro americano tinha viajado pelo espaço. E agora, ele será para sempre lembrado como o primeiro homem da marinha americana, a tocar as estrelas. E o meu plano, senhor juiz, é ser a primeira engenheira na NASAMas para isso, eu tenho que frequentar as aulas da escola só para brancos.

E eu não posso trocar a cor da minha pele. Então, não tenho outra escolha senão ser a primeira. O que eu não poderei fazer sem o senhor. Sua excelência, de todos os casos que o senhor ouvirá hoje, qual deles terá importância daqui a 100 anos? Qual deles fará o senhor ser o primeiro?

Estrelas Além do Tempo, original em inglês: Hidden Figures

Pare com o mimimi.

Estude seu problema com uma visão de futuro: daqui 5, 10, 100 anos?

E lembre-se, somos todos humanos, Agir na vaidade do outro, geralmente dá certo. Duvida? Leia Shakespeare.

 

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Notas:

Hidden Figures, o filme: O filme Estrelas Além do Tempo foi dirigido por Theodore Melfi e indicado ao Globo de Ouro e a 3 Oscars: melhor filme, melhor atriz coadjuvante e melhor roteiro adaptado. Ganhou 25 prêmios entre eles o Screen Actors Guild Awards 2017 pelo Melhor elenco. Baseado no livro de Margot Lee Shetterly, historicamente fidedigno (como o colapso das barreiras raciais, os movimentos pelos Direitos Civis, o assassinato de Kennedy), o filme conta a história de 3 mulheres americanas negras no início dos anos 1960, que trabalhavam como matemáticas no Centro Langley de Pesquisas da NASA, em Hampton, Virginia, EUA. Custou aproximadamente US$ 25.000.000.

Roteiro do filme no site IMDB: “Quando os Estados Unidos estavam na corrida contra a Rússia para mandar um homem para o espaço, a NASA achou talentos escondidos, num grupo de matemáticas afro-americanas que eram os cérebros por trás de uma das maiores operações da história dos Estados Unidos. Baseado nas inacreditáveis histórias reais de 3 dessas mulheres, conhecidas como “computadores humanos”, vemos como essas matemáticas, juntamente com outras mentes prodigiosas daquela época, rapidamente são promovidas na NASA, por seu trabalho em calcular o lançamento em órbita do astronauta John Glenn, e garantir seu retorno. Dorothy Vaughan, Mary Jackson e Katherine Johnson cruzaram todas as linhas estabelecidas de gênero, raça e profissionais, ao mesmo tempo em que o brilho e o desejo delas de sonhar grande, muito além de qualquer coisa já realizada pela raça humana, cimentaram seus feitos firmemente na história dos Estados Unidos como as verdadeiras heroínas americanas.”

26 de maio de 2017

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