7ª Mostra 3M de Arte Digital — Beia Carvalho — Palestras

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8 de outubro de 2017

7ª Mostra 3M de Arte Digital

Beia Carvalho tietando o artista plástico Guto Lacaz

Em setembro, eu participei de um evento muito especial: a abertura da Post It Conference, coletiva com a imprensa para lançar a 7ª Mostra 3M de Arte Digital.

E moderei o papo entre 6 artistas e jornalistas que fizeram suas perguntas de própria voz ou via por post it. Foi muita emoção e um privilégio ouvir a todos os caminhos e percalços e às tantas reflexões pelas quais cada um dos artistas passou, para chegar em suas obras.

Outra emoção, foi ter sido convidada pela 3M, que escolheu ter esta futurista para dar um pontapé inicial e lançar a Mostra para os jornalistas.

Você pode acompanhar, logo abaixo, o meu texto de abertura para a Conferência, fotos e um pre-look das obras.

A transformação de um mundo com estruturas hierárquicas, em pirâmide, vagaroso, com vozes de comando top down, para um mundo em rede, ágil, fluido e diverso – é o maior desafio deste final de década.

É uma transformação que terá que ser feita em nossas casas – que tem estruturas hierárquicas e “seguras”, nas empresas e nas nossas relações.

E é essa a transformação que a 7ª Mostra 3M de Arte Digital traz para o Largo da Batata – umas das áreas que mais tem sofrido transformações nos últimos séculos. As expectativas desta Mostra são ilimitadas.

Prefere me ouvir em vez de ler?

Porque quando você desloca a Arte da santidade das galerias e dos museus, para a praça aberta, as vozes de comando top down se calam e a diversidade e interatividade afloram.

Diversidade e interatividade que já existem numa praça onde 150 mil pessoas passam para pegar um ônibus, comprar um lanche, dar uma paradinha, deslizar num skate, pedir uma informação.

Adoraroda, de Guto Lacaz. Roda de 6 toneladas e 10 metros de diâmetro, que poderá ser girada pelo público.
Órgão, de Gisela Motta e Leandro Lima, feito de escapamentos de carro, que produzirá ruídos caóticos semelhantes aos das megalópoles.

E é no caminho deste caminho diário, que a população vai esbarrar, olhar, tocar e interagir com obras que discutem as dificuldades de quem vive em rede: a tecnologia, a ciência e a vida virtual da sociedade contemporânea.

Tocar, Interagir, Refletir, Se Emocionar com as obras – para Refletir e Imaginar um futuro abundante.

Sobre humanos, cidades e batatas, do VJ Alexis Anastasiou.

Imaginar o futuro na 3ª década do século 21 é imaginar um mundo que convive com a diversidade, porque a diversidade traz inovação.

Imaginar o futuro na 3ª década do século 21 é imaginar um mundo mais longevo, onde haverá mais avós que netos. E vidas que passarão dos 120 anos.

Imaginar o futuro na 3ª década do século 21 é imaginar um mundo complexo porque um mundo em rede tem opções infinitas e não é seguro como o mundo hierárquico.

No centro, a futurista Beia Carvalho e artista Giselle Beiguelman

No dia 3 de novembro, a qualquer hora do dia ou da noite, você vai poder Tocar, Interagir, Refletir e Se Emocionar com a Adoraroda de Guto Lacaz, com a barraca de camelô de Giselle Beiguelman, com as incríveis e gigantescas projeções do VJ Alexis Anastasiou, ter novas visões com o Pluriscópio, de Maurizio Zelada, e ouvir o Órgão, da dupla Gisela Motta e Leandro Lima.

E se você está começando na videoarte inscreva seus vídeos, filmes 3D, motion graphics e stop motions, com até 5 minutos, no Container.art, até 19 de outubro. Guga lá. Os trabalhos serão junto com a Mostra num Container.

Começa dia 3 de novembro, no Largo da BatataVenha esbarrar em arte, artistas e em mais 150.000 pessoas, todos os dias e noites, até 3 de dezembro.

A praça é do povo como o céu é do condor, Castro Alves.

Fiz a abertura e moderei a conversa entre os 6 artistas e jornalistas na Post It Conference - Coletiva de Imprensa da 7ª Mostra 3M de Arte.
7ª Mostra 3M de Arte Digital

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